Total de visualizações de página

terça-feira, 17 de julho de 2012



Moloque- O deus do sacrifício infantil 


Bom, Deus não aceita e nem tolera nenhuma forma de idolatria. Nos dez mandamentos, os dois primeiros são diretamente contrários à adoração a qualquer deus que não seja o Senhor Deus de Israel. Vinculada à proibição de servir outros deuses, havia a ordem de destruir todos os ídolos que encontrassem pela frente. No entanto, contrariando o decreto divino, os israelitas, em muitas ocasiões, adoraram os deuses falsos das nações vizinhas.


Levítico 20: 1-3 “O SENHOR Deus mandou Moisés dizer ao povo de Israel o seguinte: - Se um israelita ou um estrangeiro que vive no meio do povo de Israel separar um dos seus filhos para servir o deus Moloque, ele deverá ser morto a pedradas pelo povo.
 Eu ficarei contra esse homem e o expulsarei do meio do povo. Por haver dado um dos seus filhos para o serviço de Moloque, ele tornou impura a Tenda Sagrada, o lugar onde moro, e profanou o meu santo nome.”

A adoração a MOLOQUE exigia sacrifícios humanos, em especial o de crianças, que
eram oferecidas ao ídolo. De todos os elementos pagãos que invadiram Israel, esse foi o mais lamentável e repugnante.
Hoje não é diferente. Quando os pais se comportam de modo irresponsável em relação à formação de seus filhos estão os oferecendo inconscientemente ao deus Moloque.

Reflitamos acerca de duas perguntas: por que os homens sempre estiveram às voltas com deuses falsos? E por que têm tanta necessidade de materializar a pessoa de Deus?
Bem, muitos acham que por ser um Deus único, tão elevado, tão distante, parece
remoto demais. Então é mais fácil personificar coisas próximas, conferindo-lhes qualidades divinas, porque essas coisas fornecem a aproximidade que não se encontra em algum elevado conceito divino.

MOLOQUE era e é um ídolo horrendo. As vezes, dava-lhe a aparência de um ser híbrido, quer dizer se apresentava de diversas formas. E uma das formas que ele se apresentava era meio homem, meio boi, era esculpido todo em bronze, seus sacerdotes recheavam-no de
produtos inflamáveis. Em seguida, utilizando-se de uma tecnologia que vinha sendo aperfeiçoada de geração em geração, aqueciam-no até que estivesse infernalmente vermelho. Com o deus ja todo esbraseado e sob o sádico olhar de seus sacerdotes, vinham-lhe os adoradores como que hipnotizados por todos os demônios para lhe oferecerem o que
de mais precioso haviam recebido do ÚNICO E VERDADEIRO DEUS, seus filhos, colocando-os nas terríveis mãos desse deus. E assim eram assassinadas milhares de crianças.

MOLOQUE também é chamado de deus do fogo, pois no fogo consumia suas vítimas.

Por que os amonitas ( os filhos de Amom) ofereciam seus filhos a um tão abominável ídolo?  Pensavam que estariam buscando o favor deste e a expiação de suas faltas. Imaginavam que por intermédio do fogo, MOLOQUE, purificava suas vítimas. Mas que
pecados podia ter um recém-nascido?

Existem ainda hoje algumas religiões em tribos que oferecem aos seus deuses suas crianças. Tal prática, todavia, é condenada de forma enérgica pela Palavra de Deus. Somente Deus poderá tirar a vida. Ele deu vida e Ele é quem nos recolhe.

O desejo de Cristo é que sigamos seu exemplo e coloquemos o amor acima de todas as coisas. O amor incondicional facilmente perdoa e esquece.

sexta-feira, 6 de julho de 2012


 
Muitas são as práticas e os movimentos culturais a serem analisados neste bolg, começaremos por uma prática tradicional realizada em vários países principalmente da África e da Ásia, é a chamada Mutilação Genital Feminina (MGF).

A Mutilação Genital Feminina consiste na amputação do clitóris da mulher e até mesmo dos lábios vaginais, costurando o que restou da genitária. Isto faz com que a mulher não sinta prazer no ato sexual. Esta prática é rejeitada pela civilização ocidental, pois é considerada um forma inaceitável e ilegal da modificação do corpo infligida àqueles que são demasiado novos ou inconscientes para tomar uma escolha informada.

Nada menos que 97% das egípcias entre 15 e 47 anos sofreram mutilação genital. Na África, são 92,5 milhões de mulheres acima dos 10 anos que tiveram o clitóris ou também os pequenos lábios ou mais os grandes lábios extirpados por uma faca, sem anestesia.

Essa prática é considerada, por algumas populações, como um rito religioso – especialmente no Egito e em Uganda. Apesar de não haver consenso sobre a base religiosa reivindicada pelos praticantes o preceito seria baseado em interpretações do Corão, da Sharia (lei islâmica) e do Haddith (compilações de ditos do profeta Maomé, fundador da religião muçulmana), embora tenha sua origem em costumes tribais pré-islâmicos.

Algumas razões são apontadas para a realização da MGF: assegurar a castidade da mulher, assegurar a preservação da virgindade até ao casamento, por razões de higiene, estéticas ou de saúde, também se pensa que uma mulher não circuncidada não será capaz de dar à luz, ou que o contato com o clitóris é fatal ao bebê, e ainda, que melhora a fertilidade da mulher. Tais “razões” caem por terra à medida que, após a prática, estima-se que, nas regiões onde hà escassez de antibióticos, um terço das meninas morra imediatamente e 100 mil adolescentes morram a cada ano por complicações de parto associadas à mutilação. A mutilação feminia traz dores horripilantes e prejudica a fertilidade.

Um estudo da OMS (Organização Mundial da Saúde)  revela que bebês nascidos de mães circuncidadas têm um risco até 55% maior de morrer imediatamente após o parto.
A Convenção sobre os Direitos da Criança, assinada em Setembro de 1990, considera-a um ato de tortura e abuso sexual.

O que pensar sobre uma prática tão bárbara?