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terça-feira, 21 de agosto de 2012


Canibalismo

Dicionário:

Antropófago – Quem come carne humana
Canibalismo – Qualidade ou ato de canibal. Antropofagia. Ferocidade


Canibalismo é quando um ser é capaz de comer parte ou até mesmo todo o corpo de um indivíduo da mesma espécie. O canibalismo é comum em rituais satânicos onde um indivíduo é sacrificado para algum deus e os adeptos da religião acreditam que ao comer sua carne receberá toda sua força e seu poder. Acredita-se também que se a pessoa sacrificada tivesse possessão de algum demônio, este também passaria para o canibal a fim de que fique mais poderoso.
Na história, os canibais mais conhecidos são os astecas que sacrificavam e comiam os guerreiros prisioneiros de guerra de outras tribos.

Casos de Canibalismo


Armin Meiwes também conhecido como “o canibal de Rotenburg” era um alemão que usava a internet para procurar jovens a fim de esquartejá-los e comê-los. O caso que chocou todo o mundo foi o de Bernd Jurgen Armando Brandes que era sadomasoquista. Bernd entrou em contato com Armin e combinaram que Armin cortaria o corpo de Bernd e o mataria em seguida. A primeira parte a ser cortada foi o pênis, Bernd ainda vivo participou dos preparativos do prato e em seguida ajudou Armin a comer seu próprio órgão. Obcecado pela dor, Bernd queria que Armin arrancasse seu pênis a dentada, mas Armin preferiu tirar o órgão usando uma faca. Bernd perdeu a consciência e então Armin o esfaqueou no pescoço e o pendurou com um gancho de açougueiro e então começou a cortá-lo.
Segundo informações, o corpo de Bernd foi mantido refrigerado por meses e servido diariamente nas refeições de Armin. Quando o corpo de Bernd acabou, Armin colocou um novo anúncio na internet, mas foi preso pela polícia.

Outro caso de canibalismo foi em 1920, Fritz Haarmann ficou conhecido como “o vampiro de Hanover”. Fritz já havia sido internado em sanatórios e já havia passado pela polícia até que montou um açougue. Nessa época existiam muitos moradores de rua e Fritz então os convidava para ir até sua casa. Ao chegarem, Fritz os pendurava nos ganchos do açougue e mordia o pescoço das vítimas até morrerem, cortava então seu corpo e fazia salsicha. As salsichas feitas com carne humana por Fritz foram consumidas por ele e outra parte foi vendida em seu açougue. Foram 27 mortos.

O canibalismo entre os índios Tupinambás

O canibalismo entre os tupinambás tinha importante função ritualística e identitária, essa pratica antropofágica entre boa parte dos índios tupinambás acontecia por razões que ultrapassavam a função biológica do alimento. O consumo de carne humana acontecia como um resultado de ações simbólicas desenvolvidas em situações de guerra entre diferentes povos. O mais interessante é notar que esse ato era realizado em uma situação festiva.
Após o aprisionamento de um guerreiro inimigo, os tupinambás ofereciam uma mulher para casar com o prisioneiro. No dia do sacrifício, uma grande festa era realizada para que o consumo de carne humana acontecesse.
Em primeiro lugar, essa morte era considerada positiva pelo próprio guerreiro conquistado, pois o inevitável fim da vida seria consagrado pela experiência de conflito.
Por outro lado, ao consumir a carne do guerreiro, os membros da comunidade esperavam vingar os seus antepassados ao poder consumir a carne do prisioneiro. O responsável pela execução não poderia consumir a carne e, depois de matar o preso, ficava uma época resguardado e trocava o seu nome. As carnes mais duras eram secadas e comidas pelos homens. Já as partes mais moles eram cozidas e consumidas pelas mulheres e crianças da comunidade.
A experiência colonial e, principalmente, o processo de conversão religiosa organizado pelos portugueses acabaram extinguindo a prática do canibalismo entre os tupinambás.


Canibalismo na China

“...a fome te deixa louco, ela te transforma num animal” Kim Eun-sun,

O canibalismo é um tema sensível na China, por ter sido muito praticado durante o Grande Salto Adiante de Mao Tse Tung, nos anos 50. Na ocasião, a reforma agrária e a industrialização forçada causaram dezenas de milhões de mortes por fome. E, no desespero, essa prática atroz se generalizou.

chineses comem fetos humanos.


O canibalismo perante a lei é crime e o canibal praticante pode ser processado por mutilação e profanação de cadáver, além de desrespeitar o ser humano.
Seja devido a rituais, ou a fome, ou a algum tipo de patologia mental essa pratica, entre os seres humanos, é repugnante.

terça-feira, 17 de julho de 2012



Moloque- O deus do sacrifício infantil 


Bom, Deus não aceita e nem tolera nenhuma forma de idolatria. Nos dez mandamentos, os dois primeiros são diretamente contrários à adoração a qualquer deus que não seja o Senhor Deus de Israel. Vinculada à proibição de servir outros deuses, havia a ordem de destruir todos os ídolos que encontrassem pela frente. No entanto, contrariando o decreto divino, os israelitas, em muitas ocasiões, adoraram os deuses falsos das nações vizinhas.


Levítico 20: 1-3 “O SENHOR Deus mandou Moisés dizer ao povo de Israel o seguinte: - Se um israelita ou um estrangeiro que vive no meio do povo de Israel separar um dos seus filhos para servir o deus Moloque, ele deverá ser morto a pedradas pelo povo.
 Eu ficarei contra esse homem e o expulsarei do meio do povo. Por haver dado um dos seus filhos para o serviço de Moloque, ele tornou impura a Tenda Sagrada, o lugar onde moro, e profanou o meu santo nome.”

A adoração a MOLOQUE exigia sacrifícios humanos, em especial o de crianças, que
eram oferecidas ao ídolo. De todos os elementos pagãos que invadiram Israel, esse foi o mais lamentável e repugnante.
Hoje não é diferente. Quando os pais se comportam de modo irresponsável em relação à formação de seus filhos estão os oferecendo inconscientemente ao deus Moloque.

Reflitamos acerca de duas perguntas: por que os homens sempre estiveram às voltas com deuses falsos? E por que têm tanta necessidade de materializar a pessoa de Deus?
Bem, muitos acham que por ser um Deus único, tão elevado, tão distante, parece
remoto demais. Então é mais fácil personificar coisas próximas, conferindo-lhes qualidades divinas, porque essas coisas fornecem a aproximidade que não se encontra em algum elevado conceito divino.

MOLOQUE era e é um ídolo horrendo. As vezes, dava-lhe a aparência de um ser híbrido, quer dizer se apresentava de diversas formas. E uma das formas que ele se apresentava era meio homem, meio boi, era esculpido todo em bronze, seus sacerdotes recheavam-no de
produtos inflamáveis. Em seguida, utilizando-se de uma tecnologia que vinha sendo aperfeiçoada de geração em geração, aqueciam-no até que estivesse infernalmente vermelho. Com o deus ja todo esbraseado e sob o sádico olhar de seus sacerdotes, vinham-lhe os adoradores como que hipnotizados por todos os demônios para lhe oferecerem o que
de mais precioso haviam recebido do ÚNICO E VERDADEIRO DEUS, seus filhos, colocando-os nas terríveis mãos desse deus. E assim eram assassinadas milhares de crianças.

MOLOQUE também é chamado de deus do fogo, pois no fogo consumia suas vítimas.

Por que os amonitas ( os filhos de Amom) ofereciam seus filhos a um tão abominável ídolo?  Pensavam que estariam buscando o favor deste e a expiação de suas faltas. Imaginavam que por intermédio do fogo, MOLOQUE, purificava suas vítimas. Mas que
pecados podia ter um recém-nascido?

Existem ainda hoje algumas religiões em tribos que oferecem aos seus deuses suas crianças. Tal prática, todavia, é condenada de forma enérgica pela Palavra de Deus. Somente Deus poderá tirar a vida. Ele deu vida e Ele é quem nos recolhe.

O desejo de Cristo é que sigamos seu exemplo e coloquemos o amor acima de todas as coisas. O amor incondicional facilmente perdoa e esquece.

sexta-feira, 6 de julho de 2012


 
Muitas são as práticas e os movimentos culturais a serem analisados neste bolg, começaremos por uma prática tradicional realizada em vários países principalmente da África e da Ásia, é a chamada Mutilação Genital Feminina (MGF).

A Mutilação Genital Feminina consiste na amputação do clitóris da mulher e até mesmo dos lábios vaginais, costurando o que restou da genitária. Isto faz com que a mulher não sinta prazer no ato sexual. Esta prática é rejeitada pela civilização ocidental, pois é considerada um forma inaceitável e ilegal da modificação do corpo infligida àqueles que são demasiado novos ou inconscientes para tomar uma escolha informada.

Nada menos que 97% das egípcias entre 15 e 47 anos sofreram mutilação genital. Na África, são 92,5 milhões de mulheres acima dos 10 anos que tiveram o clitóris ou também os pequenos lábios ou mais os grandes lábios extirpados por uma faca, sem anestesia.

Essa prática é considerada, por algumas populações, como um rito religioso – especialmente no Egito e em Uganda. Apesar de não haver consenso sobre a base religiosa reivindicada pelos praticantes o preceito seria baseado em interpretações do Corão, da Sharia (lei islâmica) e do Haddith (compilações de ditos do profeta Maomé, fundador da religião muçulmana), embora tenha sua origem em costumes tribais pré-islâmicos.

Algumas razões são apontadas para a realização da MGF: assegurar a castidade da mulher, assegurar a preservação da virgindade até ao casamento, por razões de higiene, estéticas ou de saúde, também se pensa que uma mulher não circuncidada não será capaz de dar à luz, ou que o contato com o clitóris é fatal ao bebê, e ainda, que melhora a fertilidade da mulher. Tais “razões” caem por terra à medida que, após a prática, estima-se que, nas regiões onde hà escassez de antibióticos, um terço das meninas morra imediatamente e 100 mil adolescentes morram a cada ano por complicações de parto associadas à mutilação. A mutilação feminia traz dores horripilantes e prejudica a fertilidade.

Um estudo da OMS (Organização Mundial da Saúde)  revela que bebês nascidos de mães circuncidadas têm um risco até 55% maior de morrer imediatamente após o parto.
A Convenção sobre os Direitos da Criança, assinada em Setembro de 1990, considera-a um ato de tortura e abuso sexual.

O que pensar sobre uma prática tão bárbara?